Notícias

 Fonoaudiologia
14/04/2016

Conheça os EPIs usados em aeroportos e a importância do controle audiométrico

Além de fornecer os equipamentos adequados para evitar perdas auditivas, as empresas devem realizar controles audiométricos dos empregados


A maioria dos trabalhadores ligados à aviação civil está continuamente exposta a níveis de pressão sonora elevada, o que pode acarretar, ao longo dos anos, a perda de audição na orelha interna. Mesmo assim, ainda há dificuldades em implantar ações coletivas para diminuir riscos de perda auditiva. A saída encontrada pelas empresas é o aumento do monitoramento ambiental e a supervisão quanto ao uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), indicados para trabalhadores expostos a níveis maiores que 80 decibéis. Para prevenir e minimizar a perda auditiva, os mais utilizados no mercado são:

– Protetor auricular tipo plug: normalmente feito de silicone, tem alta durabilidade e preço acessível. É compatível com outros equipamentos e não restringe movimentos em áreas muito pequenas.

– Protetor auricular tipo concha: tem utilização simples e colocação rápida, além de alta durabilidade. É higiênico e pode ser utilizado em canais auditivos doentes (o médico responsável deve ser consultado).

– Protetor auricular tipo espuma: são moldáveis e sua superfície lisa evita irritações no canal auditivo. Compatível com outros equipamentos, é descartável e de baixo custo.

Além dessa monitoração, é necessário realizar controles audiométricos nos trabalhadores, por meio do Programa de Conservação Auditiva (PCA). Este serviço é prestado pela Sercon e a fonoaudióloga Daiane Guimarães destaca sua importância: “Trata-se do gerenciamento da audição do trabalhador. É através desse programa que as empresas terão oportunidade de conscientizar os empregados quanto à importância do cumprimento das ações concebidas para preservar a sua audição, prevenindo a instalação ou evolução das perdas auditivas de origem ocupacionais. Além disso, os exames de audiometria devem ser realizados quando o empregado é contratado, seis meses após sua contratação, anualmente a partir de então, e na demissão”.

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