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 Medicina do Trabalho
28/06/2016

Saiba mais sobre o diabetes

Síndrome metabólica pode ser diagnosticada por exames de sangue e visitas frequentes ao médico


O diabetes é uma doença decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos, causando um aumento do açúcar (glicose) no sangue. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e promove a redução da glicemia ao permitir que o açúcar presente no sangue possa penetrar nas células, para ser utilizado como fonte de energia. A doença tem duas manifestações: tipo 1 e tipo 2.

No diabetes tipo 1, o pâncreas não produz insulina, em decorrência de um defeito do sistema imunológico. Esta manifestação da doença ocorre em cerca de 5 a 10% dos pacientes com diabetes. Já no diabetes tipo 2, o paciente tem a secreção de insulina diminuída, e cria resistência ao hormônio. Esse último ocorre em cerca de 90% dos pacientes com diabetes.

Os principais sintomas são:

• Aumento do volume urinário (poliúria);

• Sede aumentada e aumento de ingestão de líquidos (polidipsia);

• Apetite aumentado (polifagia);

• Perda de peso;

• Visão turva.

O diagnóstico é feito, geralmente, por meio de três exames: glicemia de jejum, hemoglobina glicada e curva glicêmica. A glicemia de jejum mede o nível de açúcar no sangue, e serve, também, para monitorar o tratamento do diabetes. Os níveis de hemoglobina glicada, por sua vez, indicam a ocorrência de hiperglicemia (excesso de açúcar no sangue). Já a curva glicêmica simplificada mede a velocidade com que seu corpo absorve a glicose após a ingestão.

Cerca de 50% da população com diabetes não sabe que são portadores da doença, até que se manifestem sinais de complicações. Testes de rastreamento, como a glicemia de jejum, são indicados em indivíduos assintomáticos, que apresentem maior risco da doença. Os fatores indicativos de maior risco são:

• Idade (maior que 45 anos);

• Sobrepeso / obesidade;

• Histórico familiar;

• Hipertensão arterial;

• Colesterol HDL e/ou triglicerídeos elevados;

• História de macrossomia (bebê muito grande, pesando mais de 4kg ao nascer) ou diabetes gestacional;

• Diagnóstico prévio de síndrome de ovários policísticos;

• Doença cardiovascular, cerebrovascular ou vascular periférica definida.

A doença não tem cura, mas o controle auxilia na qualidade de vida do paciente. Tanto para prevenção quanto para controle, é importante manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos regularmente. Os portadores do diabetes devem monitorar, periodicamente, os níveis de glicemia no sangue e tomar a medicação prescrita pelo médico.

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